"Todos os devaneios que me vão na cabeça, que me foram da cabeça e que me hão-de vir até à cabeça. Todas as mentiras e verdades que me foram impostas, todas as torturas que eu vi. Todos os momentos; um principio de vida, o meu desnascer."
Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
oi

Hoje faz 43 anos que meu pai faleceu.

Bem hajas por me teres concebido e pela paciência de seres meu anjo da guarda.

Um dia dou-te um beijo por isso...

inté



publicado por faustofigueiredo às 19:56
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
UMA HISTORINHA CHEIA DE PÊS...

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor Português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar Panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profunda privação passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... - Preciso partir para Portugal por que pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém Papai Procópio partira para Província.

Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.

Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: - Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.

Porque pintas porcarias? - Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitistes, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo parapraticar profissão

perfeito: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaus, piabas, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.

Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.

Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois

pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar.

Pensei. Portanto, pronto: Pararei!·

 

E há quem se ache o máximo quando consegue dizer: "O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma."!!!



publicado por faustofigueiredo às 11:48
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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
Terrorismo em Alta

 

A noite passada estive deprimido e liguei para o SOS Voz Amiga (800 20 26 69).

Fui atendido por um call center no Paquistão.

Disse-lhes que me queria suicidar.!

Receberam a notícia com entusiasmo e, perguntaram-me se sabia conduzir um camião...



publicado por faustofigueiredo às 20:11
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
HISTÓRIA DE PORTUGAL PARA MIUDOS DE 10 ANOS
No princípio foi assim:
Um tal de Henriques, não ia muito à bola com a mãe e acabou por se vingar nos marroquinos que viviam do outro lado do Tejo, junto aos terrenos do futuro aeroporto de Alcochete. Para piorar ainda mais as coisas, casou com uma espanhola. Não lhe chegou a aquecer os motores porque ela apanhou uma doença muito em voga na altura, chamada peste negra e foi desta para melhor. Pouco depois, o gajo bateu também as botas. Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada, um tal João que, ajudado por um amigo de infância, que era todo dado para a cachaporrada, conseguiu pôr os “nuestros irmanos” a fazer pão e ainda arranjou uns euros para comprar uns barcos ao filho que era dado aos radicais desportos náuticos. De tal maneira que decidiu pôr os barcos a render que montou uma agência de viagens e inaugurou o primeiro cruzeiro marítimo entre Lisboa e o China com passagens no Funchal, Brasil, Angola, Moçambique, Índia, Timor e Macau. Quando se deu o “Crash” da bolsa de Nova York, a coisa ficou feia e o gajo ficou teso. Só com um pacote de pimenta para recordação, resolveu ir afogar as mágoas, provocando o pessoal de Alcácer-Quibir para uma cena de pancadaria.
Felizmente, tinha um primo, o Filipe, que não se importou de tomar conta cá do burgo, até chegar outro João, que enriqueceu com os reais que a tia lhe mandava do Brasil. Acabou por gastar tudo em conventos para a padralhada e aquedutos que ainda hoje existem. Com conventos a mais e dinheirinho a menos, as coisas lá se iam aguentando até começar tudo a abanar numa manhã de mil setecentos e picos. A coisa partiu-se toda, nem o estádio da luz se aguentou. Passado pouco tempo já estava tudo arranjado outra vez graças a um Sebastião que dava jeitos para o bricolage e não era mau gajo, apesar de usar umas perucas abichanadas.
Foi por essa altura que o Franceguês Napoleão resolveu perguntar se o Pedro podia ir brincar aos futebois com o irmão mais novo. Um tal de Miguel, teve uma crise de ciúmes e tratou de armar um raio de uma confusão tal, que só acabou quando levou um valente pontapé no cu do mano, que já ia a caminho do Brasil para tratar de uns negócios familiares. Passado algum tempo, o pessoal começou a votar, mas as coisas não melhoraram, por isso que um Carlos, gordo até dizer chega, levou uns tiritos enquanto passeava de carroça pelo Terreiro do Paço. O povo assustou-se com o barulho e toca a esconder-se num buraco, na longínqua Flandres, onde continuaram a ouvir tiros mas desta vez apontados à cachimónia deles e disparados por alemães loiros.
Ainda não tinha chegado o intervalo já perdiam por muitos. O jogo só não chegou ao fim porque uma tipa vestida de branco, apareceu a voar por cima de uma azinheira, num dia de sol e chuva, e três pastores que foram primeiro doidos, depois foram mortos e mais tarde foram beatos.
Se não fosse por um velho qualquer das Beiras, a confusão tinha continuado. Felizmente a coisa não deu continuidade e Angola continuava a ser nossa, juntamente com a os poços de petróleo e os escravos, mesmo que andassem por aí a dizer que era mentira. Comunistas dum raio! Tanto insistiram que o raio do velho se mandou da cadeira abaixo e houve tamanha confusão, que foi preciso pôr um tanque e um molho de cravos por cima do assunto.
Depois parece que apareceu um Mário qualquer que assinou um papel que nos colocou fora das Africas e levou-nos para a Europa, onde mais tarde um penteadinho de Veiga de Lila havia de ser chefe da matilha. O animal ainda teve tempo de transformar uma porcaria de uma lixeira, numa exposição mundial e mamar dois golos da Grécia na final. E o Cavaco? Bem, o Cavaco foi com o Sócrates e o palhaço no comboio ao circo e no fim foram fazer o simplex.


publicado por faustofigueiredo às 17:48
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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008
COMENTÁRIOS AOS MEUS POSTS
Eu não publico as coisas para serem comentadas, aliás nem ligo muito a esse facto. Mas a verdade é que existem comentários que merecem ficar na história deste blogue. Este é sem duvida o que mais me marcou, pela positiva e pela negativa. Pela positiva, fico contente de ter um blogue que alivia o stress diário, contribuindo assim, para a redução do número de AVC´s em Portugal, por outro lado fico triste por desbloquear a estupidez e a dislexia mental que há dentro de certa gente.
O comentário dizia o seguinte:
 
"Sinto que este blog me tira o Stress diário desta vida sem nexo, sempre a correr, atafulhado em trabalho, entupido em tarefas, BASTA, BASTA, BASTA!!! Que bom desabafar contigo amigo Fausto, sinto-me partir... levemente... tal qual como um autocarro cheio que embate fatalmente num pilar da ponte sobre o Tejo... sem nunca cair.
Obrigado por este momento, Fausto.
Despertaste o desastre que há em mim..."
 
:D, sem palavras…
 

sinto-me: APARVALHADO

publicado por faustofigueiredo às 17:32
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MEUS QUERIDOS ANJINHOS
A verdade é que existem vários Faustiano na minha família. No post seguinte vou apresentar dois Faustianos. A minha fantástica sobrinha, Mariana de sua graça e o deplorável e enfastiado, não menos fantástico irmão, João Nuno, com um comentário do Cheirinha, esse meu irmão… esquisito.
Quis o destino unir-me a estas duas amostras e mostrar ao mundo o quão bem se desenvolve a escrita no seio da nossa hilariante família.
 
Dizia assim o rapazola a respeito de si mesmo:
Acima de tudo sou um frustrado e um revoltado com o mundo, logo tinha de o referir em primeiro lugar.
Tenho tiques de superioridade e por isso olho de cima para o resto, julgando como inferiores os comuns mortais que me rodeiam. Sou imensamente orgulhoso daquilo que sou, estimando muito algo que muito prezo, denominado de autoridade moral. Confio quase cegamente em mim mesmo, e talvez por isso espero mais de mim do que aquilo que posso dar, e desiludo-me muitas vezes, comigo, menos que com os outros. Sou inseguro, e preciso de ser balujado, elogiado, assim como de vigorosas massagens ao ego com acentuada frequência. Mas ainda mais do que tudo isso, preciso de ser admirado por alguém para conseguir sobreviver. Sou a personalidade mais interessante e cativante que conheço, pelo que se já disse a alguém o contrário (o que é provável pois no flirt, tal como na guerra, é tudo válido) menti. Não percebo, e fico extremamente irritado, quando uma pessoa não fica pura e simplesmente fascinada comigo.
Sou um inconformado que ultimamente se conforma de mais.
Sou muito homem em certas e determinadas situações, mas muito pouco na praia, e tenho medo de bichos. Não sou, com muita pena minha, o adolescente típico, apaixonado por adrenalina e agitação, sou antes aquilo que na gíria se designa de "um grandessíssimo paneleiro que mete nojo por ser assim mais pró panhanhas".
Já acreditei de mais...agora pura e simplesmente não acredito. E também não dou...nadinha.
Ah quase que me esquecia...consigo ser muitíssimo chato e enfadonho:)
 
…e remata para golo com uma demonstração cabal do que é uma fotografia
Começo por me perguntar porque merda é que as pessoas fazem poses idiotas para as fotografias? É que aqueles sorrisos forçados - e bastantes vezes exageradamente desalinhados - raramente, muito raramente conseguem belo efeito. E já não bastava o imenso mistério que envolvia a questão, ainda me fui lembrar daqueles elogios frequentes, assim do género "Opa que foto linda! Está tão natural!!" (com voz de gaja obviamente). Mas então que  merda é esta? Desafiamo-nos intensamente, maquinamos planos elaboradíssimos, procuramos interpretações dignas de um Marlon Brando, para que o tal momento pareça o mais natural possível?! Que imbecis do c… (peço desculpa pela repetição do calão mas estas coisas mexem comigo).  Afinal - pensava eu - as fotografias deveriam ser a expressão dos momentos espontâneos, assim mais ou menos como um olhar prolongado que fica na cabeça durante muito tempo. Obviamente foi um pensamento de meros segundos, já que de seguida, assim mais ao meu nível, resolvi analisar mais profundamente o assunto. Vendo bem, a fotografia é o que de mais parecido temos com o caminho para a beleza eterna. Uma constatação genial de tão básica diga-se de passagem. Uma máquina fotográfica permite a uma velha de 79 anos atirar-se ao garanhão amigo do neto (obviamente se já sofrer de Alzheimer e já se tiver esquecido da idade, e claro, não tiver espelhos em casa). Se estas condições se verificarem, quando a velha olhar para aquela foto em que tem vinte anos (quando era de facto bem boa), vai sentir-se sexy, apesar de usar fralda, o que é por si só fantástico. Está então explicada a preocupação exagerada das pessoas quando há uma máquina fotográfica - ou um telemóvel - por perto. Justificadas também as fotos dos gajos em tronco nu a fazerem músculo tentando estupidamente parecer irresistíveis assim como as fotos das gajas a sufocarem as mamas ou com uma mini-saia a deixar fugir as bochechas das nádegas. Para aqueles que ficaram felizes a ler tal conclusão porque têm fotos que de facto metem medo de tão ridículas, esqueçam...há razões que a própria razão desconhece e mesmo assim há figuras que não têm desculpa (e já agora há nádegas que deviam ficar bem tapadas). Chego então a um ponto em que tenho de abandonar tristemente o disfarce de sensatez, e render-me ao merdas sentimental que infelizmente sou. Não seria bonito se pudéssemos fotografar o prazer de um beijo apaixonado, de um toque que fez o sangue correr para a exaustão, ou o momento em que quimicamente a essência de dois corpos reagiu? Se ao menos pudesse saborear tudo outra vez, quando e onde quisesse, com uma insignificante fotografia...asfixiava a saudade de bom grado. Mas não posso e não o faço, porque pior tristeza que a da saudade, só aquela do que não pode recordar. E a esses muitos felizardos, que beijam sem significado, que de tocar tantos corpos tornaram o toque vulgar, que não conseguem reagir à volúpia do discurso de uma mulher fascinante, posso apenas dizer....Qui pena...
 
Comentário do tio Cheirinha a este belo momento:
“Um dia tinhas de descobrir que somos uma espécie de família possuída pelo espírito da revolta, vindo.... sei lá de onde.
Gosto da tua maneira de ser. Com o tempo piora.
olha para mim...”
 
Passando para a fase seguinte, dizia assim a minha querida Mári:
Era uma vez o Stroc que não gostava de couves!
Mandaram chamar o pau, para vir bater no Stroc, mandaram chamar o pau, para vir bater no Stroc!
O pau não quis bater no Stroc, o Stroc não quis comer as couves! Pararam!
Era uma vez o Stroc que não gostava de couves!
Mandaram chamar o fogo para vir queimar o pau, mandaram chamar o fogo para vir queimar o pau!
O fogo não quis queimar o pau, o pau não quis bater no Stroc, o Stroc não quis comer as couves! Pararam!
Era uma vez o Stroc que não gostava de couves!
Mandaram chamar a água para vir apagar o fogo, mandaram chamar a agua vir apagar o fogo!
A água não quis apagar o fogo, o fogo não quis queimar o pau, o pau não quis bater no Stroc, o Stroc não quis comer as couves! Pararam!
Era uma vez o Stroc que não gostava de couves!
Mandaram chamar a vaca para vir beber a agua, mandaram chamar a vaca para vir beber a água!
A vaca não quis beber a agua, a agua não quis apagar o fogo, o fogo não quis queimar o pau, o pau não quis bater no Stroc, o Stroc não quis comer as couves! Pararam!
Era uma vez o Stroc que não gostava de couves!
Mandaram chamar o homem para vir matar a vaca, mandaram chamar o homem para vir matar a vaca!
O homem não quis matar a vaca, a vaca não quis beber a agua, a agua não quis apagar o fogo, o fogo não quis queimar o pau, o pau não quis bater no Stroc, o Stroc não quis comer as couves! Pararam!
Era uma vez o Stroc que não gostava de couves!
Mandaram chamar o polícia para vir prender o homem, mandaram chamar o polícia para vir prender o homem!
O policia não quis prender o homem, o homem não quis matar a vaca, a vaca não quis beber a agua, a agua não quis apagar o fogo, o fogo não quis queimar o pau, o pau não quis bater no Stroc, o Stroc não quis comer as couves! Pararam!
Era uma vez o Stroc que não gostava de couves!
Mandaram chamar a Morte para vir matar o polícia, mandaram chamar a Morte para vir matar o polícia!
A Morte já quis matar o policia, o policia já quis prender o homem, o homem já quis matar a vaca, a vaca já quis beber a agua, a agua já quis apagar o fogo, o fogo já quis queimar o pau, o pau já quis bater no Stroc, o Stroc já quis comer as couves! Pararam! Era uma vez o Stroc que já gostava de couves!!!
È nestes momentos que eu gostaria de dizer a toda a gente o seguinte:
 
“SÃO MEUS SOBRINHOS PORRA! SÃO MEUS SOBRINHOS” – bem hajam.


publicado por faustofigueiredo às 17:19
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