"Todos os devaneios que me vão na cabeça, que me foram da cabeça e que me hão-de vir até à cabeça. Todas as mentiras e verdades que me foram impostas, todas as torturas que eu vi. Todos os momentos; um principio de vida, o meu desnascer."
Terça-feira, 13 de Novembro de 2007
INSANIDADE
QUE BOM QUE FOI O 25 DE ABRIL.
A LIBERDADE PERMITE TERMOS UM POUCO DE INSANIDADE, O QUE É SEMPRE IMPORTANTE NOS DIAS QUE CORREM
Provavelmente, todos nós já fomos chamados alguma vez de malucos, "o louco" (cognome). Quem nunca foi chamado por louco é porque está um pouco desfasado, das páginas da história que vão "amarelar" com o tempo... Que é como quem diz, serão os malucos a disputar alguma coisa com os tarados dos certinhos, diplomatas na área da estupidez? Será um choque para todos nós, cujo modo de vida se "encaixa" grosso modo, no doido de esquina, mas que choca frontalmente com o tarado ou o esquizofrénico, isto tudo para não ir buscar exemplos ainda mais "esquisitos".
Eu acho que o futuro é mesmo: a "cepa torta"!
O resultado deste meu post, terá eventualmente sido na sequência de uma gargalhada e/ou de uma noite bem mal dormida. Inspirado em todas as loucuras que fazemos no nosso dia a dia, levadas evidentemente ao exagero em algumas situações. Acordei e lembrei-me que a insanidade mental é uma espécie de anarquia. Um eventual "que se matem uns aos outros esses gajos do Iraque"... e se o meu castigo fosse ser extraditado e desterrado para o campo de trabalhos forçados que dá pelo nome de Margem Sul ou melhor, deserto, e ser obrigado a atravessar a Ponte 25 de Abril todos os dias, como suplemento do castigo...
Bem, mesmo assim, nada como deixar em aberto, várias situações de e como manter um certo nível de insanidade...


1. Na nossa hora de almoço sentamo-nos  no nosso carro estacionado, pomos os óculos escuros e apontamos um secador de  cabelo para os carros que passam. Vejam se eles diminuem de velocidade;

2. Sempre que  alguém nos pedir para fazermos alguma coisa, pergunte se quer batatas fritas a  acompanhar;

3. Encorajar os nossos colegas de gabinete a fazerem uma dança de cadeiras sincronizada  connosco.

4. Colocar o recipiente do lixo sobre a mesa de trabalho e  escrever nele, "Entrada de Documentos".

5. Desenvolver um estranho e descabido medo aos agrafadores.
 
6. Pôr descafeinado na máquina de café,  durante três semanas. Quando todos tiverem perdido o vício da cafeína,  mude para café expresso Platina.

7. No verso de todos os nossos cheques, escrever,  "referente a suborno".
 
8. Sempre que alguém nos disser alguma coisa,  responda, " isso é o que tu pensas".

9. Terminar todas as frases com, " de acordo com a profecia".

10. Ajustar o brilho do nosso monitor para o ní­vel máximo, de forma a iluminar toda a área de  trabalho. Insistir com os outros de que gostamos assim.

11. Não usar  pontuação nos textos, às vezes, só às vezes.

12. Sempre que possível, saltitar em vez de  caminhar.

13. Perguntar às pessoas de que sexos são. Rir, histericamente,  depois delas responderem.

14. Quando formos à Ópera, cantar com os  actores, bem estridente se possível e em pé.

15. Irmos a um  recital de poesia e perguntar por que é que os poemas não rimam.
 
16.  Descobrir onde o chefe faz as compras de roupa e comprar exactamente as umas iguais. Usá-las um dia depois do chefe as usar. Tem ainda mais impacto, se o nosso chefe for do sexo oposto.

17. Mandarmos E-mail´s para  o resto da empresa, a dizer o que estamos a fazer, em cada momento. Por  exemplo: "Se precisarem de mim, estou na casa de banho" ou ainda “Não digam ao chefe que estou na varanda a fumar”.

18. Colocar  um mosquiteiro à volta da sua secretária e pôr um CD com
sons da  floresta, durante o dia inteiro.

19. Quando sair dinheiro da caixa  Multibanco, gritarmos bem alto, “consegui, consegui”.

20. Ao sair do jardim zoológico, corrermos na direcção  do parque de estacionamento, a gritar, "Salve-se quem puder! Eles estão  soltos!"

21. À hora do jantar, anunciar aos nossos filhos: "devido à nossa  situação
económica, teremos de mandar embora um de vós" .

22. Todas  as vezes que vir uma vassoura, grite, "Amor, a tua mãe chegou!"
 
 
E assim vamos ser muito mais felizes certamente.
Viva o 25 de Abril, viva nós, os loucos.

sinto-me:
música: SÃO OS LOUCOS DE LISBOA

publicado por faustofigueiredo às 15:45
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1 comentário:
De São Banza a 14 de Novembro de 2007 às 21:45
Como sempre , achei extraordinário o seu sentido de humor.
É bom tê-lo de volta.
Uma boa noite!


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