"Todos os devaneios que me vão na cabeça, que me foram da cabeça e que me hão-de vir até à cabeça. Todas as mentiras e verdades que me foram impostas, todas as torturas que eu vi. Todos os momentos; um principio de vida, o meu desnascer."
Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008
TRADUÇÕES MENOS DOLOROSAS
 
Fim-de-semana é para quem os goza. Não é o meu caso. Estive em reunião com um grupo anormais e um grupo de pseudo pedagogos. É uma combinação interessante. A inteligência e a sabedoria não abundou naquela sala, mas o dinheiro sim... Valha-nos ao menos isso...
A certa altura, pausa para almoçar. Comi pouco, mas bebi um café e fumei um cigarro… do vizinho, sim, por aqui também temos cafés e restaurantes para fumadores, e como eu não uso desse vício, tive de fumar o do vizinho.
Estive como que a fazer de casamenteiro, juntando um homem rico mas desconfiado (pseudo pedagogo), com outro homem, em dificuldades, e que não sabe estar calado (anormal). Eu só queria o bem deles, o bem deles é também o meu bem... rica coincidência!
 
Estava a meio caminho do objectivo mas só me apetecia gritar:
"Ó meu mentecapto repugnante, porque é que não vais para o pénis que faça sexo contigo próprio? Não passas de um monte de fezes fétidas, fedorentas, que me dá urticária na zona genital. Gostaria que fosses contorcionista, de maneira, a que te fosse possível penetrar com o teu mastro sexual o teu próprio intestino grosso, assim subirias ao céu, devido ao duplo prazer se "sexar" e seres "sexado". És um ser irracional, um ser do paleolítico inferior, perro como uma porta."
Tradução:
"Ó minha besta nojenta, porque é que não vais para o c… que te f…? Não passas de um monte de merda mal cheiroso, que me dá comichão no c…. Vai-te f…, para sentires o prazer de f… e seres f…. És uma besta primitiva, burro como uma porta."
Os palavrões são sempre úteis, poupamos saliva, tempo, o nosso latim e não corremos o risco do alvo não perceber a mensagem. No entanto, continuo a dizer que os palavrões são injustiçados, pois considero de longe, a versão não traduzida bem mais ofensiva, mas a versão traduzida é aquela que e alivia o stress...
No próximo fim-de-semana, vou ao futebol, tentar traduzir o que dizem ao árbitro e à sua mãe.


publicado por faustofigueiredo às 13:11
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